CAVALEIROS TEMPLÁRIOS História do Grau: Ordens Unidas Religiosas, Militares e Maçônicas do Templo e de São João de Jerusalém, Palestina, Rodes e Malta. Apesar das referências mais antigas da atividade de Cavaleiro Maçônico Templário nas Ilhas Britânicas se encontram na Irlanda, os arquivos conhecidos mais antigos na Inglaterra estão em Portsmouth fechados em 1777. |
A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim "Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salominici"),[2] mais conhecida como Ordem dos Templários, Ordem do Templo (em francês "Ordre du Temple" ou "Les Templiers") ou Cavaleiros Templários (algumas vezes chamados de: Cavaleiros de Cristo, Cavaleiros do Templo, Pobres Cavaleiros, etc). Foi uma das mais famosas Ordens Militares de Cavalaria.[3] A organização existiu por cerca de dois séculos na Idade Média, fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista. Os seus membros fizeram voto de pobreza e castidade para se tornarem monges. Usavam seus característicos mantos brancos com a cruz vermelha de malta, e seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local de sua sede (a mesquita Al-Aqsa no cume do monte onde existira o Templo de Salomão em Jerusalém) e do voto de pobreza e da fé em Cristo surgiu o nome "Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão". O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o Papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos e queimados em estacas.[4] Em 1312, o Papa Clemente dissolveu a Ordem. O súbito desaparecimento da maior parte da infra-estrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas, que mantem o nome dos Templários vivo até os dias atuais.
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Estudo: Cavaleiro Templário: o grau comemora as ações de um grupo de Cavaleiros aos quais lhe foram concedido um lugar de hospedagem dentro dos sagrados recintos do Templo de Salomão, por Baldwin II Rei de Jerusalém em 1118. Requisitos: Cavaleiro Templário: ser Mestre Maçom e Maçom do Real Arco. |
CAVALEIROS DE MALTA História do Grau: A união de duas Ordens que eram rivais, a pesar de não inimigas, realmente deve apreciar-se que nenhuma demanda se faz a qualquer conexão histórica com as Ordens Militares medievais. Apesar das referências mais antigas da atividade de Cavaleiro Maçônico Templário nas Ilhas Britânicas se encontram na Irlanda, os arquivos conhecidos mais antigos na Inglaterra estão em Portsmouth fechados em 1777. |
A Ordem de Malta (oficialmente Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, também conhecida por Ordem do Hospital, Ordem de S. João de Jerusalém, Ordem de S. João de Rodes, etc.), é uma organização internacional católica que começou como uma Ordem Beneditina fundada no século XI na Terra Santa, durante as Cruzadas, mas que rapidamente se tornaria numa Ordem militar cristã, numa congregação de regra própria, encarregada de assistir e proteger os peregrinos àquela terra.[3] Face às derrotas e consequente perda pelos cruzados dos territórios na Palestina, a Ordem passou a operar a partir da ilha de Rodes, onde era soberana, e mais tarde desde Malta, como estado vassalo do Reino da Sicília. Actualmente, a Ordem de Malta é uma organização humanitária internacional, que dirige hospitais e centros de reabilitação. Onde possui 12 500 membros, 80 000 voluntários permanentes, 20 000 profissionais da saúde, incluindo médicos, enfermeiros, auxiliares e paramédicos. O objetivo é auxiliar os idosos, os deficientes, os refugiados, as crianças, os sem-teto, aqueles com doença terminal e hanseníase em cinco continentes do mundo, sem distinção de raça ou religião.[4]
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Estudo: Este grau de Cavalaria cristã relata a história dos Cavaleiros de Malta e sua longa luta contra o infiel. Abarca o período de tempo desde que deixaram Jerusalém até que chegaram a seu último destino na Ilha de Malta. Atrai-se a atenção de todos os candidatos à presença de cinco Oficiais que assumem o papel de pessoal do Estado Maior do Grão Mestre, enquanto outros Oficiais representam as cabeças das oito repartições, no que antigamente estava dividida a Ordem. Requisitos: Cavaleiro de Malta: ser Cavaleiro do Templo |